“Vida é a soma das nossas escolhas. Seus maiores triunfos virão das coisas que você pensa, diz e faz - não das circunstâncias que a vida lhe apresenta, mas sim como você reage quando as circunstâncias se apresentam.A qualidade da sua vida é um resultado direto das escolhas que você faz. E cada momento na sua vida é uma escolha.O futuro aproxima-se no mesmo ritmo de sempre. Então preste atenção nas suas escolhas e tenha a disciplina necessária para colocá-las em prática, pois são elas que moldarão, ativamente, o resto da sua vida.”(Raúl Candeloro)
Bem, agente não escolhe os pais que vamos ter (o que já determina boa parte de nossas escolhas), a referência maior de saber o que é certo/errado, ou de apenas lhe dar a segurança necessária para discernir a melhor escolha das demais.
ps: esse texto começou de uma forma pela manhã, foi guardado como rascunho até esse ponto, e mudou pela noite. (esse comentário é superficial, pois se blog fosse secreto ele não estaria aqui mesmo, isso de falar com a incerteza de que se é ou não segredo é um perigo, é como aquela verdade dita como brincadeira para não ferir ou magoar)
Hoje eu estava começando a ler um livro, e me enxerguei diante daquilo. Ou melhor, enxerguei uma possível causa para boa parte do que acontece comigo. Acho que aprendi bem parte da teoria, e o que não sei eu entendo, e o que eu não entendo faço bastante para tentar compreender, quando estrapola a todas as tentativas da compreensão (e acho que isso envolve o teste de toda a teoria) já entra num campo bem menos teórico, que envolve sentimentos que ser humano nenhum consegue lidar de forma consciente. E quando isso acontece, a parte racional, a mesma que faz com que eu me esforce para entender a teoria, me manda abstrair e deletar tudo o que me cause essa confusão mental. Irônico é eu ter lido nesse livro que, só se encontra o amor quando você pára de abstrair toda essa parte "real", e lidar com ela, saber tirar proveito dela e se amar mais por isso, para poder então amar outro ser.
Se amar envolve a possibilidade de compreender tudo isso... e ainda assim se amar mais ainda... e ainda assim saber amar mais ainda... e ainda assim aceitar tudo com a maturidade para enxergar o potencial que se tem de felicidade, mesmo depois de todo aquele aprendizado (complicado e ...); bem, tendo que levar tudo isso em consideração, cheguei a duas conclusões: ou eu sou imatura para poder enxergar tudo como um "aprendizado" e não guardar mágoas, ou eu ainda permaneço no "meio tempo", lidando com "estranhas relações"... e não sabendo enxergar o verdadeiro caminho para o amor... que triste é a cegueira.
Será que isso agora foi escrito porcausa da falta de compreensão?? Ou pela certeza de que me encontro no meio tempo??
(Uma gangorra que é balançada pelo vento, o vento da eterna "falta de probabilidade estatística para uma balança superavitária" da vida:---------)
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