O fabuloso destino... de alguma forma será fabuloso, ou não se os planos forem colocados de lado e as atitudes começarem a aparecer...
Planejar??? pra quê??? Intinerários... contratos... controle...
No final das contas, ninguém ou nada é previsível o bastante para que não fuja ao nosso intinerário...
(isso seria o começo de um texto inspirado por um filme doido em que um cara faz uma "viagem espiritual" com seus irmãos e quer cumprir seu intinerário para encontrar sua mãe -sóa não me perguntem o nome dele- fica só parte dele postado pq já perdi o restante das idéias)
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