O fabuloso destino... de alguma forma será fabuloso, ou não se os planos forem colocados de lado e as atitudes começarem a aparecer...
Planejar??? pra quê??? Intinerários... contratos... controle...
No final das contas, ninguém ou nada é previsível o bastante para que não fuja ao nosso intinerário...
(isso seria o começo de um texto inspirado por um filme doido em que um cara faz uma "viagem espiritual" com seus irmãos e quer cumprir seu intinerário para encontrar sua mãe -sóa não me perguntem o nome dele- fica só parte dele postado pq já perdi o restante das idéias)
sábado, 22 de dezembro de 2007
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
É isso aí...

Última semana produtiva essa, no que se diz respeito a "aprendizado". Eis aqui alguns deles:
* As oportunidades que a vida oferece só são abraçadas quando se tem a palavra certa na hora certa, nada tem a ver com o quanto você sabe; mas o quanto você mostra saber. Já mantê-la implica em fazer e não ficar falando o que sabe fazer.
* Você nasce com seu próprio esforço (mas todos te cercam de cuidados), você aprende a dar o primeiro passo - só (mas todas as quinas são recobertas para você não se ferir), cuidados com a alimentação, cuidados com a educação, cuidados e mais cuidados... Complica quando descobre-se que o que temos de mais precioso para ser cuidado (a mente e o coração), somos nós que buscaremos os parâmetros (as próprias regras, medidas, satisfação, limites) sem que ninguém te diga qual é a melhor forma, esteja certo de que encontrará pessoas, aquelas que discordarão de seus parâmetros, que tentarão fazer isso (te encaixar no padrão dela).
* Nem todo esforço é recompensado, mesmo aqueles que cheguem no "quase foi bom..." "quase acertei..." "quase..." (o esforço vale a pena pela possibilidade de chegar aonde se queria, e as possibilidades são um complemento das frustrações... elas existem para você fazer melhor do que da última vez, ou... não necessariamente melhor, apenas de uma forma diferente).
* Não existe insuficiência sentimental, o que alimenta os sentimentos são os pensamentos, portanto... insuficiência sentimental = insuficiência mental. É um ciclo: sentimentos bons que alimentam pensamentos bons... que alimentam sentimentos bons...
Acho que chega de aprendizado por esta semana... se eu continuar numa média como esta, acho que envelhecerei precocemente... rsrs
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
"Ilusões Sobre o Amor"
Osho e Héctor Othón Uma das maiores ilusões é a crença de que iremos encontrar outra pessoa que vai tornar a nossa vida feliz. Mas, raramente estamos cientes de quanto a nossa busca pelo "amor salvador" é uma enorme fuga de nós mesmos, é uma ilusão. E muito mais que isso, o tempo e avida que se perde em acreditar nessa promessa: quantas vezes já ouvi: antas vezes já ouvi: acreditando no meu casamento e foi totalmente em vão..." "...eu o amava mais hoje o odeio..." "... eu estava totalmente iludida (o)...
"Por que o amor que começa com tantas esperanças e promessas, aos poucos se torna um pesadelo? Por que o amor, com o tempo, parece se deteriorar numa amarga luta de poder ou numa fria indiferença? E por que repetimos os mesmos padrões dolorosos muitas e muitas vezes?
Qual é o assunto que mais freqüentemente compartilhamos com um amigo durante um café? - Nossas histórias de amor. Elas são a nossa maior preocupação. Não podemos viver sem amor. Mas encontrá-lo e mantê-lo é tão difícil! Ainda muito mais complexo são as expectativas do Sexo... ó ignorância... ó ingenuidade...... não temos idéia do que é o amor e o sexo. O Amor, diz o sábio, não é algo que sentimos por uma pessoa em particular, mas algo quesentimos por todas as coisas. Ele chega como resultado de uma profunda busca interior e uma vivida caminhada pela vida...
Nós prendemos a crença de que iremos encontrar alguém, que nos libertará do nosso medo e nossa dor e principalmente do medo da nossa solidão. Entramos, às vezes, numa obsessão de que amamos uma determinada pessoa e que sem ela vamos morrer... Não conseguimos pensar ou querer outra coisa... e assim o tempo passa e vamos sendo comidos pela ilusão... Ou nos iludimos em acreditar que somos auto-suficientes - que basicamente podemos conseguir sozinhos e nos fechamos a relacionamentos profundos, enquanto somos consumidos por não estar amando ou ser amados como no fundo gostaríamos...Ou quando já estamos em um relacionamento, acreditamos que, quando a dor ou o medo surgem, é falha do parceiro ou que algo na relação ou em nós mesmos está faltando e teremos que ir a conquistar... traição, dor, arrependimento...A menos que estas ilusões sejam expostas e trazidas a consciência, elas continuamente irão sabotar nossos esforços para encontrar o Amor."Ninguém é corajoso o suficiente para encarar a Solidão!!! E encarar a solidão não é se retirar do mundo, romper os relacionamentos que játemos... É receber o que chega com agradecimento, e o que falta intentar encontrar dentro...
Aceite, você está condenado a acreditar que só será feliz no encontro com o outro dos sonhos. Um "outro" ideal que nunca é a pessoa que nosacompanha e está presente a nosso lado!!! Leve a sério esta afirmação porque só assim poderá se libertar de esta maldição a que você mesmose condenou...Por que você precisa de alguém??? Você tem medo de sua própria solidão?Você fica entediado consigo mesmo?Reconheça: quando você esta sozinho, nada parece ter sentido? Quando você está sozinho começa uma começão interior que te faz sairdesesperado em busca de algo que te entretenha, e como você seria feliz se encontrasse por fim o seu, "amor"...Com alguém, você fica ocupado e cria sentidos iludidos a sua volta que ajudam a passar o tempo, a postergar essa maldita inquietude einsatisfação que não te deixa ficar em paz....
Quando você está em relação, você não precisa viver para si mesmo, então começa a viver para uma outra pessoa. É a mesma situação com o parceiro... ele ou ela não pode viver só, então procura alguém. Duas pessoas com medo de suas próprias solidões se juntam e começam aexperimentar o jogo de amor. Mas no fundo eles estão procurando apego, cativeiro, onde imaginam encontrar a segurança, a proteção, oconforto, o prazer, a paz...
Quando encontramos alguém gostaríamos que fosse a pessoa de nossos sonhos. Mas o outro é quem é: o outro... No entanto, sem firmeza paraconseguir conhecer a quem estamos recebendo, já projetamos nele tudo o que queremos. No fundo, a única possibilidade de satisfação, é queo outro se torne nosso escravo... nossa marionete... Mas o outro quer o mesmo... E na dinâmica da relação oscilamos em sermos o escravo ou o capataz...É difícil pedir por escravidão, é muito humilhante. É difícil pedir a alguém: "Torne-se meu escravo" . A pessoa se revoltaria!!! É difícil também dizer: " Quero me tornar seu escravo". Assim, você diz: "Não posso viver sem você" ou "Você pode viver sem mim?". O significado está presente, é o mesmo.Assim quando a relação se estabelece, e percebemos que tudo continua igual a antes, o "amor" desaparece e só nos resta o cativeiro, aescravidão. A partir deste momento começa a agonia e a luta para resistir a vontade de se livrar da relação.
Lembre-se disto, este é um dos paradoxos da mente iludida: tudo o que você obtém, você se entedia, e tudo que você não obtém, você oalmeja. Quando está só, almeja alguma escravidão, algum cativeiro.Quando está aprisionado, começa a almejar a liberdade. Aquilo que você busca está sempre, além de onde você se encontra.Realmente somente os escravos almejam a liberdade, e pessoas livres novamente tentam ser escravas. A mente segue em frente como umpêndulo, movendo-se de um extremo a outro. O amor se torna apego. O apego era o alvo, o amor era apenas a isca. Você estava procurando um peixe chamado apego e o amor era apenas a isca para apanhar o peixe.Quando o peixe é pego, a isca é jogada fora.No momento em que você deixa de ser dependente de alguém, uma profunda serenidade e um profundo silêncio se estabelecem em seuinterior.Isso não significa que você deixa de amar. Pelo contrário, pela primeira vez você conhece uma nova qualidade, uma nova dimensão doamor, um amor que está mais próximo da afabilidade do que do de qualquer relacionamento de apego e dominação.A questão não está em se relacionar ou não, mas em compreender que a relação amorosa assim como qualquer um dos nossos sonhos nunca noslibertaram da inquietude e nos propiciaram a Paz. A grande batalha é dentro e nosso único inimigo são as nossas fantasias e ilusões...Viva o amor com respeito e amizade...Evite estar saltando de galho em galho buscando fora o que só vai encontrar dentro...Paixão é loucura, é insensatez, é perda de tempo... para que ela possa viver o verdadeiro AMOR.
Recebi esse texto por e-mail, e achei muito interessante a forma como ele aborda o desapego, a individualidade de cada um. Que não existirá nenhum tipo de relacionamento (qualquer que seja) se não houver o direito à liberdade. O direito de ser você mesmo, de falar o que pensa, de sentir o que tem vontade, e poder compartilhar isso tudo sem medo de ser repreendido. O mito do amor romântico que nos é passado durante toda a vida é desmistificado a duras penas quando começamos a viver a realidade do que é se relacionar com pessoas, e não apenas assistir a vida passando a nossa volta.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Sei lá...
“Vida é a soma das nossas escolhas. Seus maiores triunfos virão das coisas que você pensa, diz e faz - não das circunstâncias que a vida lhe apresenta, mas sim como você reage quando as circunstâncias se apresentam.A qualidade da sua vida é um resultado direto das escolhas que você faz. E cada momento na sua vida é uma escolha.O futuro aproxima-se no mesmo ritmo de sempre. Então preste atenção nas suas escolhas e tenha a disciplina necessária para colocá-las em prática, pois são elas que moldarão, ativamente, o resto da sua vida.”(Raúl Candeloro)
Bem, agente não escolhe os pais que vamos ter (o que já determina boa parte de nossas escolhas), a referência maior de saber o que é certo/errado, ou de apenas lhe dar a segurança necessária para discernir a melhor escolha das demais.
ps: esse texto começou de uma forma pela manhã, foi guardado como rascunho até esse ponto, e mudou pela noite. (esse comentário é superficial, pois se blog fosse secreto ele não estaria aqui mesmo, isso de falar com a incerteza de que se é ou não segredo é um perigo, é como aquela verdade dita como brincadeira para não ferir ou magoar)
Hoje eu estava começando a ler um livro, e me enxerguei diante daquilo. Ou melhor, enxerguei uma possível causa para boa parte do que acontece comigo. Acho que aprendi bem parte da teoria, e o que não sei eu entendo, e o que eu não entendo faço bastante para tentar compreender, quando estrapola a todas as tentativas da compreensão (e acho que isso envolve o teste de toda a teoria) já entra num campo bem menos teórico, que envolve sentimentos que ser humano nenhum consegue lidar de forma consciente. E quando isso acontece, a parte racional, a mesma que faz com que eu me esforce para entender a teoria, me manda abstrair e deletar tudo o que me cause essa confusão mental. Irônico é eu ter lido nesse livro que, só se encontra o amor quando você pára de abstrair toda essa parte "real", e lidar com ela, saber tirar proveito dela e se amar mais por isso, para poder então amar outro ser.
Se amar envolve a possibilidade de compreender tudo isso... e ainda assim se amar mais ainda... e ainda assim saber amar mais ainda... e ainda assim aceitar tudo com a maturidade para enxergar o potencial que se tem de felicidade, mesmo depois de todo aquele aprendizado (complicado e ...); bem, tendo que levar tudo isso em consideração, cheguei a duas conclusões: ou eu sou imatura para poder enxergar tudo como um "aprendizado" e não guardar mágoas, ou eu ainda permaneço no "meio tempo", lidando com "estranhas relações"... e não sabendo enxergar o verdadeiro caminho para o amor... que triste é a cegueira.
Será que isso agora foi escrito porcausa da falta de compreensão?? Ou pela certeza de que me encontro no meio tempo??
(Uma gangorra que é balançada pelo vento, o vento da eterna "falta de probabilidade estatística para uma balança superavitária" da vida:---------)
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Curso de Escutatória

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular. . . Escutar é complicado e sutil. Diz Alberto Caeiro que "não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma". Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia. Parafraseio o Alberto CaeiroParafraseio o Alberto Caeironte ter ouvidos para ouvir o que é dito; é preciso também que haja silêncio dentro da alma". Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos... Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64. Contou-me de sua experiência com os índios. Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. Todo sem silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que ele julgava essenciais. São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou. (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, abrindo vazios de silêncio. Expulsando todas as idéias estranhas.) Se eu falar logo a seguir, são duas as possibilidades. Primeira: "Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado". Segunda: "Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou". Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: "Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou". E assim vai a reunião. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia.Eu comecei a ouvir.Fernando Pessoa conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras. A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia, que de tão linda nos faz chorar. Para mim, Deus é isto: a beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também. Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.
RUBEM ALVES
Para um novo mundo ser admitido exige-se um "holocausto" para o antigo. Mesmo que o mundo só exista na mente dos humanos, quem garante que o Universo é tão grande quanto supõe-se??
sábado, 6 de outubro de 2007
Pai

22/04/2007
Aos familiares e amigos,Se eu pudesse resumir o que foi ele para todos nós, em só uma palavra, seria PAI. Mas, em toda a diversidade que isso possa significar. Tanto no companheirismo e cumplicidade calada, quanto em seu olhar meio tímido, que só por estar presente podia-se sentir o quanto era algo sem cobrança, que o prazer de ser pai estava no simples fato de saber que alguém precisava dele, e que sempre continuaremos a precisar, pois, ele se foi, mas deixou aqui todos os seus valores. Era cativante, companheiro, e muitas vezes até ingênuo por confiar demais nas pessoas, tomo isso como bondade, que existia numa pessoa que ainda acreditava em valores raros. Quando algo nos pega de surpresa fica difícil aceitar, a vida sempre está nos ensinando que somos tão frágeis diante do mundo, por isso, o que vale realmente a pena é construirmos algo de bom para aqueles que nos rodeiam, e meu pai foi uma delas.
Uma pessoa que viveu toda a sua infância no interior da Bahia teve que se virar cedo para lidar com o mundo, e trabalhar desde cedo também, ajudando seus pais na roça. Durante a sua juventude, mudou-se para a capital, para estudar, e acabou fixando sua vida aqui, onde se casou e com sua primeira esposa teve duas filhas, Rye e Miwa, separou-se, e casou novamente, de onde nasceram seus dois filhos Hideo e Akira, desde sua segunda separação viveu para cuidar dos filhos, suas filhas vieram do interior para morar com ele. Mesmo nos momentos de dificuldade, quis todos seus quatro filhos perto dele. Apesar de seu silêncio, sempre procurou demonstrar o seu afeto com gestos, muitas vezes, no lugar das palavras.Ontem, no dia 21 de abril de 2007, completaríamos dois anos morando todos juntos, dois anos em que pude conhecer o meu pai, a simplicidade e a bondade que habitavam nele. Além de pai ele também foi um amigo, irmão e filho. E aos que ele deixa aqui, resta a saudade e a missão de orar para que o espírito dele encontre um lugar de paz e bondade.
Dos seus filhos.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
???

“O homem está perdendo suas características e tende a se transformar numa figura sexualmente ambígua, enquanto a mulher está se tornando mais masculina. Desta forma a sociedade evolui para um modelo único”, afirmou Umberto Veronesi, que é oncologista. Na opinião do cientista, o sexo no futuro será apenas um gesto de demonstração de afeto e não terá fins reprodutivos. Por esta razão, defende, poderá ser praticado entre pessoas de sexos opostos ou não."
Não sei até em que ponto concordo com isso. Mas sei que o mundo está se tornando cada vez menos "convencional", e as relações (qualquer que seja) muito mais "livres". Já a parte que afirma que isso é devido a teoria da evolução e que essa mudança é proveniente da alteração na proporção dos hormônios... sei não... mais provável que seja pela mudança do modo de vida das pessoas. A facilidade com que as pessoas se comunicam e como suas vidas ficaram tão expostas fez com que os relacionamentos se estreitassem, ou seja, a facilidade em demasia fez com que esse processo retrocedesse no que se diz respeito a vida pessoal. Com tanta falta de privacidade e contato pessoal, além da independência, hoje está valendo muito demonstrar o que se sente do que precisar de um "status social" baseado na aparência "familiar" que era sustentado ateriormente. Só resta a dúvida se... o ser humano precisa de limites para poder ter princípios (liberdade demais não cria ética??) ou se já viemos com essas 'regras" incutidas, a decisão caberá a cada um.
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